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HIBRIA - Silent Revenge (CD)

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Silent Revenge (2013) é um disco chave para a carreira do HIBRIA. Além de mostrar a identidade da banda, facilmente reconhecida por quem os acompanha de perto ou nem tanto, o quinteto também explorou novidades – e se deu bem, diga-se de passagem. Forte, temático, original e moderno são adjetivos óbvios, logo na primeira audição. Já o HIBRIA, como banda, passa longe do óbvio. A abertura do álbum é um resumo fiel do trabalho como um tudo – e é, de certa forma, uma síntese dos elementos usados neste quarto full-length do HIBRIA. Não por acaso, é a faixa-título do disco. Silent Revenge é agressiva, direta, com um refrão pegajoso, ora veloz, ora mais cadenciada, além da dualidade na voz limpa-rasgada de Iuri Sanson e na voz gutural do convidado André Meyer, vocalista da Distraught. Outra não casualidade é o mini-solo crescente de bateria, logo no início, antes de qualquer instrumento, mostrando de cara um dos grandes destaques do registro: o baterista Eduardo Baldo. A performance de Baldo é impressionante (inclusive foi percebida por quase todos os que escreveram uma análise sobre o lançamento). A referência a Mike Terrana é pertinente, e o próprio HIBRIA lembra um pouco o grande RAGE.

Descrição do Produto

Também introduzida por Baldo, Lonely Fight tem bastante influência das bandas de heavy metal dos anos 1980, mas, ainda assim, soa moderna. Os solos dos guitarristas Abel Camargo e Renato Osório são aqueles típicos em que os fãs irão vibrar nos shows; e tentar reproduzir em casa. Deadly Vengeace é mais rápida, uma verdadeira porrada, com uma base riffada excelente. Isso tudo até a canção ter uma quebrada gradual, deixando apenas Iuri e um teclado/piano ao fundo – aliás, a interpretação do vocalista é sensacional neste momento. Apesar do talento evidente desde o primeiro álbum, o arrasador Defying The Rules (2005), Iuri surpreende com a evolução em cada novo material do HIBRIA. Na faixa Walking To Death, o que se ouve primeiro? A bateria de Baldo – (moendo, diga-se de passagem). A quarta do tracklist dá mais destaque aos instrumentistas, com solo de baixo de Benhur Lima, solos de guitarra com wah wah e dobras (e como o HIBRIA faz isso bem!). Em Silence Will Make You Suffer, adoráveis guitarras gordas e mais uma bela quebra, dessa vez sem avisos, onde Iuri é acompanhado por um violão. A partir daí, a música vai ganhando um ritmo empolgante, até chegar no ótimo refrão – o melhor de Silent Revenge! No final, o título da música é repetido como se fosse um mantra – se você foi hipnotizado por ele, não se preocupe, significa que está apreciando do jeito certo. A balada Shall I Keep On Burning? interrompe a sequência de ferocidade, mas de forma alguma prejudica a obra. Bem diferente do padrão para uma “balada metal”, com fórmulas tão saturadas, a faixa leva mais características das músicas lentas escritas por bandas de hard rock – o refrão tem um certo climão Skid Row. The Place That You Belong começa fugindo do estilo mais tradicional do HIBRIA, e tanto as guitarras, quanto a voz de Iuri, remetem ao Nevermore em Dead Heart In A Dead World (2000) – a própria sonoridade do grupo em Silent Revenge flerta com o disco dos norte-americanos. Com timbres de guitarra diferentes e refrão clássico de power melódico, The Scream Of An Angel, é outra gravação inspirada do HIBRIA. The Way It Is encerra a jornada – a versão japonesa ainda tem o bônus Bleeding On My Regrets – de forma primorosa. A faixa também é a mais longa de Silent Revenge, passando dos oito minutos. O álbum vem sendo considerado pela mídia especializada como o melhor disco da carreira do HIBRIA. O sucesso no Japão, chegando a liderar as vendas, a frente de gigantes como o Black Sabbath, corroboram essa percepção. A produção e mixagem excelentes são méritos dos próprios integrantes, Renato e Benhur. A parte lírica, a cargo de Sanson e Camargo, também é um show à parte. A temática é inspirada no filme argentino O Segredo dos seus Olhos (2009) – e a conexão entre as letras de todas as faixas é evidente. Silent Revenge mostra o HIBRIA mais do que pronto para assumir a frente do heavy metal brasileiro, enquanto algumas das principais bandas enfrentam instabilidade ou declínio. Track list deSilent Revenge (2013) [01] Silent Revenge [02] Lonely Fight [03] Deadly Vengeance [04] Walking to Death [05] Silence Will Make You Suffer [06] Shall I Keep on Burning? [07] The Place That You Belong [08] The Scream of an Angel [09] The Way It Is

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