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QUEENSRYCHE - Queensryche (CD) 2013

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QUEENSRYCHE - Queensryche (CD) 2013

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Disponibilidade: Esgotado

R$30,00

Descrição Rápida

O grande fato é que nos últimos lançamentos do QUEENSRYCHE, quem dominava a maioria das composições era o vocalista Geoff Tate e os resultados, se não desastrosos, eram ao menos decepcionantes. Sem o vocalista na banda, o que temos aqui é uma banda retornando à sonoridade praticada na década de 80 e início dos anos 90, um Hard Rock flertando com o Progressivo, com passagens intrincadas, solos inspirados e um vocalista que dá conta do que se propõe à fazer, lembrando inclusive o próprio Tate em sua época áurea. Nem tudo são rosas, é claro, logicamente os caras não estão lançando mais um "Operation Mindcrime", mas o disco convence e dá um novo fôlego à uma banda que já estava bastante desgastada e clamando pelo encerramento de suas atividades. Também é importante citar que o disco é carregado de uma energia diferente, que pode ser notada através da vibração dos músicos, demonstrando muito feeeling e um ótimo entrosamento. Após a curta e interessante introdução "X2", somos brindados com o peso de "Where Dreams Go To Die", com uma 'cozinha' extremamente precisa, ótimos riffs e melodias das guitarras e excelentes arranjos que dão um plano de fundo perfeito para a música se desenvolver. A canção oscila entre momentos agressivos e outros mais densos e melancólicos, especialmente na ponte com o refrão. A gravação e o timbre dos instrumentos me lembrou um pouco o DREAM THEATER na época do "Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory". A sequência é ainda mais densa e pesada com "Spore", flertando mais diretamente com o Prog Metal e com um refrão extremamente marcante, carregado de sentimentos e com uma interpretação matadora de Tood La Torre. Outro grande destaque fica para a pegada e o feeling do baterista Scott Rockenfield, com uma precisão e criatividade absurdos. À essa altura já estou extremamente empolgado com o disco e ainda assim não vejo seu nível baixar. "In This Light" poderia facilmente estar em "Operation Mindcrime" por sua sonoridade. Trata-se de uma semi-balada com melodias e arranjos de extremo bom gosto e um refrão forte, que de alguma forma me lembrou o SHADOW GALLERY. É impossível não citar a forma como Tood La Torre imprime emoção à música, mostrando-se uma escolha mais que acertada para substituir Geoff Tate, mas os demais músicos também mostram-se incríveis, com ótimas variações e muito entrosamento. As guitarras dobradas se encaixam perfeitamente e o baixo e a bateria formam uma verdadeira parede sonora, sem deixar de estar em evidência. "Redemption" apesar da boa pegada e ótimo refrão é a primeira que não desperta muito minha atenção devido à inclusão de elementos estranhos em sua sonoridade e ao excesso de notas altas de La Torre, que tornam a audição um pouco cansativa. "Vindication" é extremamente pesada, com boas dobras de guitarras e uma bateria incrivelmente variada, mas precisa. A partir desta faixa é possível notar que a estrutura dos refrões é bastante semelhante em quase todas as músicas. Após a macabra introdução "Midnight Lullaby", temos a sombria, bela e arrastada "A World Without", com participação de Pamela Moore, a mesma que interpretou Sister Mary outrora com a banda. A música é bastante reta e varia pouco. No refrão, de alguma forma o vocal de Todd lembra um pouco Matthew Barlow. "Don't Look Back" também lembra bastante os antigos clássicos da banda, mas com uma pegada mais moderna. A música é conduzida pelos pesadíssimos riffs de Michael Wilton e Parker Lundgren, culminando em um ótimo refrão, com bons agudos de La Torre. "Fall Out" segue a mesma linha pesada, com destaque para o baixo pulsante de Eddie Jackson e as boas melodias e riffs da dupla de guitarristas. À emocionante "Open Road" é incumbido a tarefa de encerrar o track list original do disco, o que ela faz com maestria. Trata-se de um épico, oscilando entre momentos suaves e outros mais fortes e pesados. A interpretação de Todd La Torre é no mínimo excepcional, mas todos os músicos se destacam individual e coletivamente. Algumas versões do disco ainda trazem como bônus versões ao vivo para "Queen of the Reich" e "Prophecy" (Do EP "Queensryche" de 1983), além de "En Force" (Do "The Warning").

Descrição do Produto

Não vou ser prepotente a ponto de dizer que a banda não fez nada de relevante desde "Promised Land", mas certamente este novo disco é algo que os fãs esperavam há muito tempo e nos deixa com boas expectativas pelos lançamentos futuros. Quanto ao "Frequency Unknown", nem vale a pena comparar, são duas bandas distintas apesar do nome, então caberá ao fã decidir qual QUEENSRYCHE vale a pena acompanhar. Track List: 01. X 2 02. Where Dreams Go To Die 03. Spore 04. In This Light 05. Redemption 06. Vindication 07. Midnight Lullaby 08. A World Without 09. Don't Look Back 10. Fallout 11. Open Road Line-up Todd La Torre - Voz Michael Wilton - Guitarra Parker Lundgren - Guitarra Eddie Jackson - Baixo Scott Rockenfield - Bateria

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